O segredo para atrair mais prospects e clientes

Atrair mais prospects e clientes é, sem dúvidas, o grande objetivo de qualquer estratégia de marketing. Infelizmente, quando se trata de marketing voltado para internet, ou seja, Marketing Digital, muitas pessoas tem uma ideia bastante distorcida de como alcançar esse objetivo.

Primeiro, entenda que não estamos falando em atrair tráfego para a sua página web (site, blog, portal), curtidas nem seguidores nas redes sociais, estamos falando de como atrair reais prospects, pessoas que tem grande chance de se tornar clientes e também, dependendo da sua estratégia, verdadeiros propagadores da sua marca, dos seus produtos ou serviços.

É justamente esse o foco desse artigo, mostrar a vocês o segredo para alcançar esses resultados. Então, vamos lá!

O grande segredo para atrair mais prospects e clientes

O grande segredo para atrair mais prospects e clientes para o seu negócio através da internet é: conheça muito bem seu público. “Conhecer muito bem o público? Mas isso todo mundo sabe”, você pode estar pensando. Sim, é verdade, todo mundo sabe, mas poucos põe em prática.

O problema de verdade não é “conhecer muito bem o público”, mas sim, como fazer. Muitas pessoas têm falhado justamente na identificação das reais demandas e comportamento dos seus públicos de interesse, e é justamente sobre esse ponto que vamos discutir.

Mas antes de te ensinar como fazer esse levantamento de forma correta e eficaz, vamos te apresentar a um novo conceito de público.

Conceito de público (Persona)

No Marketing Tradicional e na Publicidade e Propaganda, é muito comum o conceito de Público Alvo. É a ideia de grupos de indivíduos segmentados por suas atividades de consumo e características comuns. Isso quer dizer que Público Alvo depende muito mais de questões demográficas e comportamentais do que necessariamente o “fator humano” dessas pessoas.

Já no Marketing Digital, mais especificamente no Inbound Marketing, o conceito utilizado para se identificar os públicos se chama Persona. Esse é o tipo de estratégia que adotamos aqui na Pulse.  Para identificar uma Persona, você deve conhecer os fatores e variáveis que são relevantes (embora muitas vezes imprevisíveis) na compreensão da jornada do comprador.

De forma mais clara, Público Alvo é uma representação genérica de um grupo de indivíduos onde se encontram seus potenciais clientes (prospects), já a Persona, é uma representação fiel e completa do tipo de cliente ideal para sua empresa. Com a Persona você consegue obter informações, não somente demográficas e estatísticas, mas principalmente, do comportamento desses indivíduos no momento do consumo e quais os fatores contribuem para a ação.

Identificando uma Persona

Não existe outra forma de se identificar uma Persona que não seja através da pesquisa de público. A forma mais indicada é a feita através de entrevistas (Buyer Persona), mas essas pesquisas são caras e muitas empresas não tem como fazer esse tipo de investimento. Por isso cabe a criatividade. Existem opções de pesquisas e divulgação de formulários online, pesquisas de empresas e etc. Mas basicamente você tem três opções para levantar os dados necessários:

  • Pesquisas e entrevistas;
  • Pesquisas com clientes (caso sua empresa já tenha clientes, e você deseje continuar a trabalhar esse mesmo público)
  • Pesquisas Online (Google Forms, Grupos em redes sociais, enquetes);

Muitas são as possibilidades para realizar essas pesquisas, o que você não pode fazer nunca é tentar adivinhar dados ou recorrer somente a dados estatísticos. O que realmente importa na escolha do produto ou na utilização de um serviço é um fator humano que é geralmente imprevisível.

Lembre-se, quanto mais completa for a sua pesquisa, menos erros você irá cometer em sua estratégia, e isso significa poupar tempo e dinheiro na obtenção dos seus resultados.

Documente sua Persona

Documentar sua estratégia sempre será necessário, ainda mais o resultado de uma pesquisa tão completa quanto a que leva à construção de uma Persona, e documentar uma persona pode ser algo muito interessante. Por exemplo, você pode criar personagens e colocar as informações como se falassem sobre àquela pessoa, dessa forma, cada vez que for necessário uma revisão estratégica ou a consulta para a produção de um conteúdo destinado aquele público em questão, basta que você faça uma rápida consulta daquele “personagem”.

Nessa documentação da persona você deve buscar responder a algumas questões básicas, como:

  • Nome (fictício);
  • Sexo (de acordo com a maioria, caso haja um equilíbrio você poderá criar duas personas, uma para cada sexo);
  • Idade (dê uma idade à sua persona, não faixa etária);
  • Informações demográficas (cidade, renda, nível cultural);
  • Aspectos culturais relevantes (sempre existem aspectos culturais que influenciam grandemente nas relações de consumo, por isso busque identifica-los e documenta-los)
  • Informações sobre trabalho (profissão, formação, interesses e objetivos);
  • Relação com o serviço ou produto em questão (o que influencia na escolha, experiências anteriores com outras marcas)
  • Necessidade comunicacionais (quais as mídias utiliza, quais meios de comunicação mais influenciam na decisão de compra, que tipo de conteúdo preferem consumir)
  • Relacionamentos (o estado civil tem grande impacto no estilo de vida e nas relações de consumo, filhos também, mas identifique como essas relações interpessoais influenciam nas decisões de compra)

Claro que em sua pesquisa você poderá identificar fatores muito mais importantes, essa são somente algumas informações cruciais para o desenvolvimento e documentação da sua persona.

Conclusão

Agora que você já tem um profundo conhecimento sobre seu público e suas demandas, pode iniciar a segunda etapa, se tornar “encontrável” por ele. Como você faz isso? Criando conteúdo, iscas, que atendam ás necessidades dele, para que você possa apresentar sua empresa a eles e criar um relacionamento com essas personas.

Para otimizar suas chances de atrair esses potenciais clientes, você precisa compreender a jornada do comprador. Essa jornada é baseada nas informações que você recolheu durante a identificação da sua Persona. Mas isso é assunto para outro artigo, por se tratar de um conteúdo denso.

Esperamos que esse conteúdo tenha sido útil para o sucesso da sua empresa. Sinta-se à vontade para tirar qualquer dúvida, deixar um comentário ou entrar em contato com um dos nossos consultores.

Até a próxima!

 

 

O que é Inbound Marketing?

Inbound Marketing é, sem dúvidas, uma das principais estratégias de marketing digital, hoje. Diferente de outras estratégias, que se concentram em uma ferramenta específica, o Inbound Marketing se utiliza de todas as áreas e ferramentas envolvidas no marketing online para atrair, conquistar, converter e encantar os potenciais clientes do seu serviço, produto ou marca.

Mas antes de explicarmos o que é Inbound Marketing, vamos entender como funciona o marketing tradicional, o Outbound Marketing.

Marketing tradicional

A estratégia do Marketing tradicional, ou até mesmo da publicidade online, é levar a sua marca, produto ou serviço ao público de interesse. Essa forma de trabalho é fruto de anos experiências, que provaram funcionar, com os meios de comunicação em massa. Por isso, não é de se estranhar que, ao tentar fazer algum tipo de marketing e publicidade no ambiente da rede, as ferramentas e estratégias desenvolvidas tenham sido adaptações desse modo de comunicação.

Essa maneira de fazer Marketing é chamada de Outbound, pois exclui o consumidor do processo da venda. Além disso, é intrusivo e as taxas de eficiência tendem a diminuir mais a cada dia.

Algumas dessas ferramentas você já deve conhecer, por exemplo:

  • SPAM – envio de E-mails em massa, adquiridos com a compra de listas;
  • Plataformas de Ad Network – são os links patrocinados e sua evolução, as publicações sugeridas;
  • Banners e publicidade em sites;

Essas três ferramentas são exemplos claros e simples de adaptações das estratégias utilizadas em mídias de massa. Esse tipo de marketing é preguiçoso e voltado para o próprio marqueteiro, além de não se preocupar com o cliente.

O conceito Inbound

Inbound é justamente o contrário. Uma frase que pode sintetizar o que é Inbound marketing é “trazer o cliente para a conversa”. Sabemos que esse conceito parece um pouco fora da realidade, mas acredite, é justamente essa forma de fazer marketing que irá construir pessoas que terão prazer em divulgar a sua empresa.

As ações do Inbound marketing estão baseadas em:

  • Conteúdo;
  • Relacionamento;
  • Entendimento dos processos;

Esses três pontos serão cruciais para cada uma das etapas de uma estratégia Inbound, que são:

  • Atração;
  • Conversão;
  • Fechamento;
  • Encantamento;

Etapas de uma estratégia Inbound

Vamos entender melhor como esses três pontos se encaixam em cada uma dessas fases:

  1.  ATRAÇÃO – nessa primeira etapa, o conteúdo será usado para atrair visitantes para o seu site, blog ou página de vendas. Nesse momento as pessoas ainda não conhecem sua empresa, por isso, nada melhor que conteúdo de qualidade para quebrar esse gelo.
  2. CONVERSÃO – na segunda etapa, está na hora de dar um passo a mais nesse relacionamento e fazer os visitantes se tornarem leads. Esse termo define aqueles que fizeram algum tipo de ação em direção ao seu objetivo de venda. Essa ação pode ser o preenchimento de um simples formulário para recebimento de notícias, pedido de orçamento, interesse em algum conteúdo mais rico (E-books, Whaite papers, cursos). Etapas que, podem funcionar como iscas para que você possa conhecer melhor seu potencial cliente.
  3. FECHAMENTO – enfim, a venda, ou qualquer outra coisa que represente o objetivo final de sua estratégia. Agora o lead já virou seu cliente. Parabéns! Mas ainda existe uma última e importantíssima fase.
  4. ENCANTAMENTO – essa é a fase onde você, através da qualidade do conteúdo, do bom relacionamento criado e do bom entendimento e realização de cada processo, consegue criar um divulgador dos seus produtos ou serviços. Essa fase é importantíssima, pois demostra o auge do pleno funcionamento de uma estratégia de Inbound.

Ferramentas usadas pelo Inbound

Cada uma dessas etapas exigem uma ferramenta diferente ou complementar.

Para atrair visitantes você precisará produzir conteúdo relevante, ou seja, que realmente seja importante para seu público. Para fazer isso, você precisará criar personas desse público (personas são representações fieis das características de seus potenciais clientes que te ajudará a entender as demandas de conteúdo deles), precisará também otimizar seu site para as ferramentas de buscas (SEO), e ainda, fazer um bom trabalho de distribuição desse conteúdo nas redes sociais.

Para converter você precisará ter chamadas para atenção que sejam atraentes para seus visitantes. Coloque iscas de conteúdos exclusivos e seja bastante claro e simples nessas ações.  A conversão é a primeira etapa para começar a levar esses leads a passar pelo funil de vendas, e assim, chegar até o fim da jornada do comprador. Essa passagem é trabalhada através do E-mail marketing e também das redes sociais.

Quando, finalmente, esses leads realizarem a compra de seu produto ou solicitação do seu serviço, será feito o fechamento. Dependendo do seu negócio, esse fechamento dependerá do fator humano, com a presença e um bom atendimento prestado pelo vendedor. Mas calma ainda não acabou.

O encantamento é feito, principalmente, no pós venda. Nesse momento o atendimento e a continuidade do relacionamento criado, farão do seu cliente um verdadeiro fã e provável comprador recorrente. Esse encantamento pode ser promovido com disponibilização de conteúdo exclusivo, Email Marketing que incentive mais conversão de acordo com os interesses dessa pessoa, e também, através das redes sociais, com o engajamento e contato com os mesmos.

Afinal, o que é Inbound Marketing?

Tudo isso e muito mais! A muito para se aprender sobre como realizar uma boa estratégia de Inbound Marketing capaz de atrair ótimos resultados para a sua empresa. Por isso, a Marketing Que Funciona continuará produzindo conteúdo destinado a esse tema.

Conclusão

Esperamos que esse conteúdo tenha sido relevante para você e para o seu negócio. A nossa intenção foi mostrar a vocês essa alternativa ao marketing tradicional que vem conquistando cada vez mais espaço na internet, e até sendo empregada fora dela. Sinta-se à vontade para tirar qualquer dúvida ou entrar em contato, pelos comentários ou clicando aqui para nos enviar um E-mail.

Até a próxima!

Planejamento de Palavras-chave: como fazer

Usar palavras-chave, as famosas keywords focus, na produção de artigos de blog e na configuração das páginas do seu site é um item obrigatório e primordial quando o assunto é SEO (em uma tradução livre, Otimização para Mecanismos de Buscas).

O que muitas pessoas não sabem é como fazer um planejamento prévio delas. Se preocupar com esse planejamento na hora de criar sua estratégia de Marketing Digital te poupará desperdício de trabalho e ajudará a alcançar os resultados pretendidos mais rapidamente.

Esse planejamento é a base do SEM (Marketing voltado para Mecanismos de Buscas), onde você será capaz de direcionar seu conteúdo a atender demandas reais relacionadas ao seu público de interesse e baseadas no volume de pesquisas realizadas no Google.

Nesse artigo, vamos te ensinar como identificar essas demandas e tudo que você precisa saber na hora de fazer o seu planejamento de palavras-chave.

Palavras-chave ou tags?

Primeiramente, consideramos importante que se faça uma distinção entre Palavras-chave e Tags. Você já deve ter visto esse termo, principalmente se você utiliza plataformas de gestão de conteúdo e sites, como WordPress ou Joomla.

Palavra-chave, ou keyword focus, seria a palavra, ou frase, que definiria o tema do conteúdo em questão. Identificar esse tema é importantíssimo, pois será utilizado pelo Google na hora em que seus bots indexarem seu conteúdo e definirem seu posicionamento nos resultados de buscas nas pesquisas referentes ao tema em questão.

Por exemplo, nesse artigo que você está lendo, a keyword focus é, justamente, “palavras-chave“. Isso por que o conteúdo é sobre esse tema.

Para SEO, fala-se em densidade de palavras-chave. Isso se refere a quantidade de vezes que o termo escolhido aparece durante o texto, essa quantidade confirma para os bots que seu texto é, realmente, referente ao tema identificado. Mas não se engane, simplesmente uma grande quantidade de repetições dessa palavra não lhe garantirá um bom posicionamento nos resultados de buscas.

 Tags também são palavras-chave, porém estas têm uma menor importância para seu conteúdo. Podem aparecer somente uma vez durante o texto, mas está relacionada ao assunto. Por exemplo, neste artigo a palavra “SEO” é uma tag, pois é um termo que também aparece no conteúdo, só que tem menos importância para o tema, além da menor repetição.

Acredite, tags também são importantes para o algoritmo do Google, porém não é necessário que haja um planejamento prévio delas, já que vão surgindo no desenvolvimento do próprio texto.

Tipos de Palavras-chave

Como foi dito acima, você pode informar o tema do seu conteúdo com uma palavra, duas ou com uma frase. Essa escolha reflete o grau do direcionamento do seu conteúdo.

Vamos chamar as palavras-chave mais curtas de Short tail (cauda curta), já as mais longas de Long tail (cauda longa). Tá, mas quando escolher entre esses dois tipos?

Short tails vão te garantir uma grande demanda. Dificilmente passam de três palavras e são facilmente identificadas. Os temas de Cauda curta aparecem na própria sugestão de pesquisas na caixa de diálogo do buscador, como na imagem:

busca sugerida

Long tail, essas sim, permitem que você tenha uma ideia das demandas específicas do seu público. A quantidade demanda é muito menor que a Short tail, porém representa uma intenção muito mais específica.

Por exemplo, uma pessoa que pesquisa sobre “câmera filmadora” (short tail), pode ser alguém que deseja desde uma câmera para lazer, para segurança, para revender, enfim, uma infinidade de utilidades. Agora, uma busca por “câmera filmadora para gravar eventos” (long tail) já representa uma necessidade profissional, onde a intenção de compra do usuário estará mais aberta a valores correspondentes com um nível profissional. Essa pessoa, provavelmente, está à procura de qualidade, não somente de preço, pois sabe que seu trabalho estará diretamente relacionado à qualidade do produto em questão.

Ou seja, Long tail, embora atendam a uma demanda muito inferior, te permitem alcançar um público muito mais direcionado e que garantirá uma maior taxa de “conversão“(êxito na ação que você precisa que ele faça, como comprar seu produto ou solicitar seu serviço).

Long tail parece ser a melhor alternativa sempre, mas não é tão simples. A escolha do tipo de palavra-chave dependerá exclusivamente do seu objetivo com o Marketing Digital.

Vejamos, para educar um mercado você, muito provavelmente, não encontrará demanda suficiente de palavras cauda longa capazes de te fornecer uma conversão. Você terá que atrair uma audiência por caudas curtas relacionadas ao seu negócio, para então, poder apresentar a ele seu conteúdo mais específico.

Existem diversos objetivos que iram definir a estratégia do planejamento dessas palavras-chave, às vezes, dos dois. Mas não se preocupe, te ensinaremos como fazê-lo, aqui no blog.

Como identificar as demandas

Existem muitas formas de fazer um levantamento das demandas das pesquisas relacionadas ao seu produto ou serviço. Mas vamos nos ater à principal, que é a que nós, aqui na Pulse, utilizamos para nosso clientes e para produzir conteúdo para o Marketing que Funciona.

A melhor ferramenta para isso é o Keyword Planner (clique para ser direcionado à ferramenta). Essa ferramenta foi criada para levantar demandas para os anúncios do Google Adwords, porém pode ser feita consulta sem nenhum custo. Para usa-la, você só precisa te ruma conta no Google.

Na primeira tela que surgirá, você deve escolher a opção “Procurar novas palavras-chaves usando uma frase. Web site ou categoria”.

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A seguir, uma caixa de configurações aparecerá, nela você deve preencher as informações necessárias. Essas configurações estão dividas na imagem em dois blocos, sendo eles:

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1* Bloco: nessas três caixas de diálogo, você tem opção de inserir o seu produto/serviço, uma página de um concorrente, é interessante para você poder saber quais as palavras-chaves ele tem utilizado, e ainda, escolher por categoria, essa é interessante no caso de você trabalhar com varejo, tanto um Ecommerce quanto loja física.

2*Bloco: são bem completas as opções de segmentação, te permitindo um rastreio de demandas geográficas, ou seja, você pode restringir as pesquisas de uma cidade até continentes inteiros. Existem escolhas por idiomas e de período (anos, meses, semanas) e, também, a identificação de palavras-chaves negativas. Palavras-chaves negativas são importantes, pois evita públicos desnecessários. É o caso de lojas de roupas de grifes. Pesquisas que incluam “roupas bonitas baratas” são, certamente, de usuários que não serão potenciais compradores dos produtos da loja. Nesse caso as palavras “barato” e “preço baixo” são identificas como palavras-chave negativas.

 

 

 

 

Uma vez configuradas suas preferências, clique em “obter ideias”. Serão exibidos, nesse momento, os resultados dos volumes de buscas relativos à sua configuração de buscas. Uma lista extensa com sugestões de anúncios será exibida abaixo do gráfico das demandas (importado do Google trends), clique em “ideias de palavras-chave” para conferir tanto as Short tails (cauda curta) quanto as Long tails (cauda longa) e seus respectivos volumes mensais de buscas.

 

 

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Opção abaixo do gráfico de tendências do Google trends.

 

 

 

 

 

 

 

 

Daí você poderá classifica-las por “relevância das palavras-chave” ou por “volume de buscas mensais”. Respectivamente, um apresentará as Longs tails e o outro as Shorts tails. Observe na imagem, as ideias estão classificadas por relevância.

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Agora você já sabe identificar as demandas, só precisa organizar os temas de palavras-chaves mais relevantes, a partir deles você produzirá seus conteúdos (artigos, vídeos, posts).

Documentando pesquisa

Uma forma de você organizar essas pesquisas é em uma planilha simples do Excel. Nela você poderá pôr o tema (assunto), que é a palavra-chave principal, e separar 5 subtemas (caudas longa ou curtas) para o tema em questão. Crie tabelas para acada um dos seus temas, dessa forma você poderá criar um conteúdo direcionado e que, com certeza, atendem a uma demanda.

Conclusão

Compreender as demandas do seu mercado é o primeiro passo para que você possa garantir um êxito para sua estratégia de Marketing Digital. Uma vez feita a pesquisa, e identificadas a buscas mais recorrentes, você deve planejar seu conteúdo para atende-las.

A partir de então, as estratégias de SEO serão essenciais para que você alcance destaque nesses resultados de busca, por isso continue conferindo nosso Blog e aprenda tudo que você precisa para obter resultados reais no seu marketing na internet.

Afinal, esse é o objetivo do marketing que funciona, ensinar a vocês que é possível alcançar resultados reais com o Marketing Digital. E nós, da Pulse consultoria em marketing digital, queremos te ajudar. Entre em contato conosco através do nosso site, um de nossos consultores te atenderá com todo prazer.

 

Não concentre tráfego nas redes sociais

Tráfego é, sem dúvida, o fator mais importante para o sucesso em qualquer estratégia de Marketing Digital. Inclusive, dedicamos um artigo para que você saiba tudo sobre como atraí-lo (clique aqui e confira!). Tráfego é como a quantidade de pessoas que entram na sua loja, mesmo que não comprem, é preciso manter um fluxo de visitas para que sua loja tenha mais oportunidades de realizar negócios. Por isso ele é tão importante.

Na internet, esse fluxo (visitas) seriam as pessoas que chegam de alguma forma no seu site. Porém, hoje, com a facilidade das redes sociais, é muito comum que as empresas não se preocupem em ter um site para sua empresa, loja, e até para o seu E-commerce. Tudo é feito através das redes sociais e concluído nela mesma.

Mas essa não é uma boa estratégia. Concentrar todo o seu tráfego (audiência, no caso das redes sociais) pode acabar se tornando uma futura “pedra no seu sapato”.

Antes de levantar alguns pontos, consideramos esclarecer uma coisa muito importante. O Marketing que Funciona é uma iniciativa da Pulse. Nós somos uma consultoria em Marketing Digital, porém nossa intenção aqui não é vender criação de sites ou blogs, isso é algo muito fácil de se fazer hoje em dia, você mesmo pode fazer um site sem dificuldade alguma. Nossa intenção é que você saiba o que realmente funciona no Marketing Digital para que assim possa gerar resultados reais para seu negócio com a ajuda da internet.

Desculpe informar, mas seu tráfego da rede social não é seu

É verdade que as redes sociais, em especial o Facebook e Instagram (que pertence ao Facebook, assim como o Whatsapp), vem disponibilizando cada vez mais ferramentas e opções para seus perfis profissionais. Isso é faz parte de uma estratégia criada por Mark Zuckerberg de transformar as redes sociais em ferramentas para negócios.

Esses perfis podem até funcionar, é totalmente possível que você construa uma audiência e consiga trabalhar as intenções de compra dela na própria rede social. Ainda mais pela facilidade de expor seus produtos e ofertas através delas.

A redes sociais, ou social media, tem um papel fundamental nas estratégias de Marketing Digital, principalmente na construção de uma audiência segmentada. Mas não devem ser o fim por si só. Por um motivo muito simples. Toda a audiência e “tráfego” conquistada nela não pertencem a você, são da rede social.

Quem não lembra do extinto Orkut? Quantos grupos, discussões em fóruns e perfis de empresas com milhares de amigos não foram perdidos? Redes sociais são sistemas. Dentro dele você deve obedecer a regras e determinadas interações, que podem ser, ora favoráveis ao seu negócio, ora não favoráveis.

Dizer que as pessoas que curtem sua página são “suas” seria um engano. O Facebook, por exemplo, pode mudar as “regras do jogo” a qualquer momento, limitando significativamente a capacidade de você interagir com esse público. E isso vem acontecendo, as mudanças no algoritmo do Face tem restringido cada vez mais o alcance orgânico que suas publicações teriam a um ou dois anos atrás. Forçando você a investir em anúncios pagos.

Se o Facebook decidir excluir sua página hoje, para onde vão todos os seus potenciais clientes?

A importância do tráfego próprio

Por esse motivo é importante que você tenha no mínimo uma página na internet, que seja capaz de receber o tráfego vindo de todas as redes sociais e que ainda possam te render as buscas orgânicas realizadas no Google.

Tendo um site ou blog, você conseguiria manter e trabalhar o seu tráfego da maneira que você quiser. Sem precisar obedecer, ou se limitar, as regras da rede social em questão. Em outras palavras, quem manda no seu tráfego é você.

Se você fizer um trabalho realmente sério, poderá ainda, construir uma lista que vai durar muito depois que as redes sociais mais “quentes” do momento já tiverem acabado. Aliás, essa é uma tendência de qualquer rede social. Existe um ciclo de crescimento e de decaimento delas, ele é denominado Hype Cycle (clique e confira o que a Tracto escreveu sobre esse tema).

Ou seja, um tráfego próprio é necessário para que você possa, realmente, implementar uma estratégia a médio e longo prazo em Marketing Digital.

Conclusão

Nós da Pulse, esperamos que esse artigo possa ter sido útil para você e que através dele possa entender a importância de um tráfego próprio na sua estratégia de Marketing Digital. Não perca tempo, comece agora a gerar resultados com Marketing Digital que realmente funciona.

E se precisar de ajuda na implementação dessas estratégias, pode contar conosco aqui da Pulse, fale com um de nossos consultores, teremos uma imensa satisfação em te ajudar!